quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O OVO CAIPIRA, ECOLÓGICO (parte 1)

1. Mary Linden, professora de nutrição na U.C.L.A., considera o ovo o único alimento mais perfeito que o leite materno, tendo 2% mais nutrientes que este.

2. A “fobia” do colesterol do ovo, segundo C. Pffeifer, pioneiro nos Estados Unidos em psiquiatria ortomolecular, implica na crença de que os 400 mg de colesterol de um ovo passem para o colesterol do sangue na mesma proporção. Na verdade, 100 gramas de ovo acrescentam apenas 2,3 mg de colesterol (aos amantes de ovos, ver o site www.enc-online.org/dietc.htm).

Os exames laboratoriais da medicina e psiquiatria ortomolecular que permitem acompanhar os efeitos benéficos do ovo caipira de modo individualizado e orquestrado junto com o enfoque sistêmico (15 leis da psiquiatria ortossistêmica) são: Mineralograma do Cabelo e/ou Perfil de Minerais Eritrocitários, que vão sugerir outros exames complementares tais como razão triglicerídeo/HDL, mais importante que razões de Castelli I e II; Hemoglobina Glicada, mais importante que glicemia; Homocisteína (HPLC), LDL Peroxidado, MDA Urinário, Proteína C Reativa (ultrasensível), Fibrinogênio, Ferritina Plasmática, DHEA-S, Pregnenolona etc., muitos correlacionados com a entrevista do paciente e o mineralograma do cabelo (não biorressonância).

3. Um exame moderno, chamado VAP/CAD, mede 12 tipos de colesterol: 7 tipos de LDL e 5 de HDL. Na visão tradicional, a razão colesterol total/HDL e LDL/HDL são as únicas importantes. Na visão ortomolecular, uma terceira razão, triglicerídeos/HDL, é mais importante para o risco cardíaco e infartos cerebrais silenciosos (SBI), principalmente quando está alto o LDL peroxidado, um tipo de LDL não avaliado pela medicina tradicional, junto com a homocisteína plasmática pelo método HPLC. Ambos aumentam em duas vezes e meia o risco de má circulação cerebral e SBI e, com isso, o início de doenças mentais que triplicaram nos últimos vinte anos (depressão, Alzheimer e Parkinson).

O ovo caipira faz subir em 10% o HDL e apenas 4% o LDL pelos exames tradicionais, além de baixar o triglicerídeo mais facilmente se houver restrição de carboidratos refinados e exercício para controle de peso. Em parte esse LDL que subiu é um LDL denominado “nativo”, bom porque tem a proteção de vitaminas carotenóides e do complexo E, antioxidantes, que garantem a utilização desse LDL pelas células da pele, sob a ação do sol, produzindo vitamina D. Com isso, o cérebro aumenta o NGF, neurotrofina que protege e regenera os circuitos cerebrais do humor e da inteligência.

As células cerebrais tem vinte vezes mais mitocôndrias que as do corpo, onde esse LDL nativo é absorvido para produzir Pregnenolona, DHEA, Corticóides, hormônios sexuais responsáveis pela longevidade cerebral e proteção cerebral na menopausa e andropausa. Sem essa proteção de vitaminas, o LDL nativo se transforma em LDL peroxidado que é rejeitado pelas células dos vasos e é devorado pelos macrófagos, os quais estufam, transformam-se em células espumosas e colam na parede dos vasos, morrem e os entopem como se fossem gordura em cano de pia, gerando a isquemia que facilita o infarto e o derrame, inclusive em pessoas protegidas pela medicina oficial destes mesmos problemas, o infarto e derrame; não protegidas, contudo, do SBI que leva às doenças mentais (depressão, Alzheimer e Parkinson), pois muitos remédios que “aumentam”a longevidade cardíaca agravam e até produzem as referidas doenças mentais (ver o site www4.dr-rath-foundation.org).

4. A diferença entre o ovo caipira, ecológico, e o ovo comum é muito grande. Por exemplo: o ovo caipira tem seis vezes mais betacaroteno que o ovo comum (o site do Imetro refere que possui cinco vezes mais). O betacaroteno é usado para proteger o ovo de ataque de germes como, p.ex., a salmonela, e 60% dele se transforma em vitamina A. O ovo caipira possui três vezes mais vitamina A, que constrói canais de comunicação (conexões) entre as células, por exemplo, células gliais, babás dos neurônios, para retirar poluentes e adicionar nutrientes, melhorando a razão glia/neurônio, chave da longevidade cerebral, humor e memória. Estas conexões de células também têm nos epitélios células que revestem os “tubos”, por exemplo, o digestivo, o respiratório, elas cercam as células tumorais e as matam. Cada centímetro de terra que a galinha cisca tem 100 milhões de microorganismos para ingerir. Na União Soviética há solos ricos em nutrientes que possuem um bilhão de microorganismos por centímetro cúbico de terra.

Dr. Juarez Nunes Callegaro
CRM 2494
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Porto Alegre (RS)
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O QUE É KEFIR?

Fonte: Pat Feldman – Blog Crianças na Cozinha


Kefir é uma bebida fermentada, normalmente preparada à base de leite. A palavra kefir originou-se da palavra turca “Keif”, que significa “bom sentimento”. O uso do kefir data de muitos séculos em pastores do Cáucaso, que transportavam o leite em bolsas de couro, onde este fermentava num iogurte borbulhante e azedo.

O kefir é uma bebida bastante popular na Russia, que dependendo do grau de fermentação, pode tornar-se inclusive ligeiramente borbulhante e alcoólica. O kefir pode ser obtido a partir de leite de vaca, leite de cabra ou leite de ovelha.

As vitaminas C e B presentes no leite são aumentadas durante o processo de fermentação – seja qual for o tipo de fermentação. Você sabia disso?

Elie Metchnikoff, um biólogo ganhador do prêmio Nobel, do Instituto Pasteur, foi o primeiro a sugerir – em 1908 – que os lactobacilos poderiam neutralizar os efeitos da putrefação no metabolismo gastrointestinal. Ele atribuiu a vida longa e saudável dos moradores do Cáucaso ao seu largo consumo de leite azedo. Nos dias de hoje o interesse pelas pesquisas em probióticos é cada vez maior, e aí se inclui o interesse por bebidas fermentadas como o kefir.

A Cultura do Kefir
Existem dois tipo de kefir:
• Kefir de água, pequenos grãos transparentes que fermentam em água ligeiramente adoçada
• Kefir de água, grãos brancos ou levemente beges, que se parecem um pouco com couve-flor amolecida e fermentam o leite

O kefir é uma cultura viva, uma simbiose complexa de mais de 30 tipos de microflora que formam grãos ou estruturas parecidas com a flor da couve-flor no leite. Conforme essas culturas fermentam o leite, essas estruturas crescem, criando novos grãos no processo. O verdadeiro kefir, de culturas vivas, é um processo infinito de auto-propagação.

Por conta da presença de tantos microorganismos benéficos, o kefir é considerados por muitos (inclusive por mim!) um antibiótico natural – povoando nosso organismo com bactérias do bem, não sobra espaço para bactérias causadoras de doenças, é uma equação fácil de entender!

Os microorganismos presentes no kefir incluem bactérias do ácido lático, Lactococcus lactis subsp. lactis, Streptococcus thermophilus, Lb delbrueckii subsp. bulgaricus, Lb helveticus, Lb casei subsp. pseudoplantarum, e Lb brevis, uma variedade de fermentos como Kluyveromyces, Torulopsis, e Saccharomyces, bactérias de ácido acético, entre outras. Eles dão ao kefir grandes qualidades, que impedem o leite de ser colonizado por bactérias nocivas. Já foi observado em testes de laboratório que os microorganismos do kefir têm o poder de inibir os patógenos da salmonella e do E.coli.

Kefir e Saúde

O kefir tem muitos benefícios à saúde já conhecidos. Ele tem propriedades antivirais e antifúngicas. Tem sido usado como parte do tratamento de uma grande variedade de problemas, como desordens metabólicas, arteriosclerose, alergias, tuberculose, câncer, má digestão, candidíase, osteoporose, hipertensão, AIDS e problemas cardíacos. Você pode até achar esquisito que uma bebida contendo fermentos seja capaz de combater a candidíase, mas o kefir realmente ajuda no problema, restaurando a flora intestinal e porque alguns elementos de sua microflora matam a Candida Albicans. Nem todos os produtos fermentados são realmente estragados e prejudiciais à saúde.

Além das bactérias benéficas, o kefir contém muitas vitaminas, minerais, aminoácidos e enzimas, principalmente o kefir preparado a partir do leite cru. O kefir é particularmente rico em cálcio, fósforo, magnésio, vitaminas B2 e B12, vitamina K, vitamina A e vitamina D. O triptofano, um aminoácido essencial, é abundante no kefir e é reconhecido por seus efeitos relaxantes do sistema nervoso. Também porque o kefir é rico em cálcio e magnésio, minerais importantes para a saúde neurológica, seu uso rotineiro na dieta pode ter efeitos calmantes.

A abundância de enzimas trás ainda mais benefícios, especialmente àqueles que possuem intolerância à lactose. Muitos que não conseguem tomar leite conseguem consumir kefir e iogurte normalmente, desde que o kefir e o iogurte sejam preparados a partir de leite cru.

• O kefir é simples e barato de se preparar em casa
• O kefir restaura de maneira eficiente a flora intestinal, principalmente após o uso de antibióticos
• Você pode usar o kefir no preparo das mais deliciosas vitaminas, substituindo o leite. As crianças vão adorar!!
• O consumo rotineiro do kefir melhora a imunidade
• O kefir é um alimento excelente para grávidas e lactentes

O kefir não é comercializado em supermercados e lojas de produtos naturais. Você ganha o kefir de quem já tem e você doa kefir quando o seu começa a crescer. No momento eu tenho kefir de água numa quantidade que poderia doar para umas poucas pessoas. O meu kefir de leite está bem pequeno, mas acredito que em poucas semanas poderei oferecer também!

Grávidas podem e DEVEM consumir kefir e outras bebidas fermentadas regularmente. Faz um bem enorme para ela e para o bebê!

Como introduzir o kefir na dieta de crianças e adultos?
Algumas pessoas não acham dificuldade alguma em introduzir kefir e ouros alimentos fermentados em sua dieta, já outras pessoas preferem fazer a introdução de forma gradativa. Algumas pessoas também podem ter algum tipo de sensibilidade à produtos lácteos, mesmo os fermentados, então a introdução do kefir, principalmente o de leite, deve ser feita de forma lenta e gradativa.

Se você toma vitaminas no café da manhã ou na hora do lanche, uma boa idéia pode ser substituir o leite por kefir ou iogurte. Se para você a substituição total, de uma hora para outra, pode soar radical demais, comece usando pequenas partes de kefir ou iogurte para outras tantas partes de leite. Com o tempo o ideal é você diminuir a quantidade de leite e aumentar a proporção de iogurte ou kefir no preparo da vitamina, até que um dia o leite desaparece da receita.

Qual a diferença entre kefir e iogurte?
Tanto o iogurte como o kefir são bebidas à base de leite fermentado por culturas lácteas, porém as culturas no iogurte e no kefir são diferentes. O iogurte tem o poder de manter “limpo” o sistema gastrointestinal, enquanto o kefir vai além e coloniza de forma efetiva o sistema gastrointestinal com bactérias benéficas.

No kefir você encontra uma variedade maior de lactobacilos benéficos, alguns dificilmente encontrados em iogurtes comuns. Além de tudo o kefir é ainda mais fácil de digerir do que o iogurte, que já é tido como um excelente alimento no auxílio da digestão.

Como usar o kefir?
É comum entre os “criadores” de kefir a doação de parte de seus grãos que vão crescendo. O crescimento dos grãos é alimentado pelo leite. Você deve cultivar e cuidar dos grãos diariamente, em troca, a cada dia, você ganha uma bebida mágica, que inunda seu organismo de substâncias e microorganismos maravilhosos!

Quando você ganha grãos de kefir, sejam eles de água ou de leite, eles virão embebidos no líquido (água ou leite). A cada dia você deve peneirar esta mistura. O que cai da peneira será a sua bebida, o seu tônico da saúde diário. O que fica na peneira são os grãos de kefir, que você deve lavar em água corrente, colocar de volta num recipiente fundo de vidro e completar com leite. No caso do kefir de água, a água adicionada deve conter uma pequena pitada de mel ou rapadura ralada – é deste açúcar principalmente que os microorganismos se alimentarão.

Eu não sei se a explicação assim ficou clara. Estou preparando um pequeno vídeo para demonstrar melhor o processo!

Referências
Lactic acid bacteria and yeasts in kefir grains and kefir made from them. J Ind Microbiol Biotechnol 2002 Jan;28(1):1-6 .
Inhibitory power of kefir: the role of organic acids. J Food Prot 2000 Mar;63(3):364-9
Antibacterial activity of milk-fermenting bacteria. Vet Med (Praha) 1990 Mar;35(3):187-92
The Caucasus Kefir. Dr. Lee Lorenzen, Biochemist
Nourishing Traditions – Sally Fallon

Você pode conseguir Kefir através do Grupo Fazendo Kefir, na Internet.

VÍDEO SOBRE MANIPULAÇÃO DO KEFIR



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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

ALIMENTOS COM EFEITOS CURATIVOS E MEDICINAIS


Apresentamos abaixo uma lista de alimentos considerados funcionais.

Todos os produtos citados são facilmente encontrados em casas de produtos naturais e supermercados.

ALIMENTOS INTEGRAIS: São aqueles que não passaram pelo processo de beneficiamento ou refinamento. Os cereais integrais ainda possuem películas que envolvem os grãos, ricas em nutrientes como fibras (importante para manutenção e funcionamento adequado do intestino), vitaminas e minerais. A retirada desta película, através do processo de beneficiamento, leva a considerável empobrecimento do produto com relação aos vários nutrientes, restando praticamente só o amido (carboidrato). Para que tais amidos possam ser absorvidos, torna-se necessária a presença de vitaminas e minerais. Se estas vitaminas não são fornecidas pelo alimento (que é o caso dos alimentos beneficiados) o próprio organismo terá que fornecê-las, retirando de seus estoques, e isso em algum tempo leva ao empobrecimento vitamínico e desequilíbrio do funcionamento do corpo (cansaço físico, cansaço mental, gripes e resfriados constantes, gastrite, dores nos membros, artrite...). Por isso, prefira alimentos integrais (açúcar mascavo, grãos integrais, pães integrais) pois estes fornecem todos os nutrientes necessários à manutenção do nosso corpo.

AÇÚCAR MASCAVO: É o açúcar de cana integral, que não passa pelos processos de refino e industrialização. Tem uma coloração marrom e sabor como de rapadura moída. Rico em cálcio, ferro, potássio e diversas vitaminas que não são encontradas no açúcar refinado. É importante lembrar que o açúcar mascavo não é aconselhável para diabéticos.

AÇÚCAR DEMERARA: é obtido a partir da cana-de-açúcar, através de um processo especial, que não utiliza aditivos químicos para o branqueamento e a clarificação. Possui coloração mais escura e é levemente mais úmido do que o açúcar branco, já que preserva uma película de "mel" em volta dos cristais de sacarose. Tem fácil diluição e não altera o sabor das preparações.

DAMASCO SECO: Excelente fonte de ferro para a formação de glóbulos vermelhos do sangue, prevenindo a anemia. Abundante em silício, cálcio, fósforo e potássio, além de provitamina A e vitamina B12 Muito utilizado por quem cultiva o Kefir de água para fermentar junto enriquecendo ainda mais as propriedades do coado e aumentando o sabor.

EXTRATO DE SOJA (leite de soja): é obtido a partir de grãos selecionados, submetidos a tratamento térmico, descascamento, pré-moagem e micronização. Contém aminoácidos essenciais, além de ser fonte de cálcio, rico em fibras e proteínas. Contém naturalmente isoflavonas e os ácidos graxos poliinsaturados. Utilizado por quem cultiva o Kefir de leite e tem altíssima intolerância a lactose, passa a substituir o leite de vaca por este de soja. É uma ótima opção para substituir o leite de origem animal, pois não contém lactose nem as proteínas do leite.Utilização: para substituir o leite de origem animal, no preparo de molhos, cremes, patês, maionese, Kefir, vitaminas, sopas, mingaus, bolos, etc.

GELÉIA REAL: É um super alimento produzido pelas abelhas rainhas. Muito utilizado por cultivadores de Kefir de água e de leite que possuem problemas reumáticos e turbeculose, principalmente. É um maravilhoso conjunto de vitaminas e relativamente barato. Indicado para o rejuvenescimento da pele, auxiliar em convalescença, principalmente na tuberculose; alívio da asma; dores reumáticas; obtenção de sono tranqüilo, revigoramento geral, regularização das funções cardíacas, hepáticas, renais e intestinais; melhora o apetite, desenvolvimento de crianças; eliminação de depressão e esgotamento nervoso; alívio para mulheres na menopausa; tosse, resfriados e bronquites.

GRANOLA: Composto de aveia em flocos, germe de trigo, flocos de arroz, passas, castanhas, etc. Altíssimo valor nutritivo. Utilizado puro, no leite, e misturado com o Kefir de leite.

LINHAÇA: é um alimento originado a partir da planta do linho, pertencente a família das Lináceas. Em forma de grãos e farinha. Tem sido cultivada há 4.000 anos nos países mediterrâneos. Possui ótimo valor nutritivo. Apresenta ácido graxo essencial w-3 responsável pelo controle dos níveis de colesterol e de açúcar no sangue, pela redução das inflamações e a promoção da renovação celular. Por conter grande quantidade de fibras, contribui para o bom funcionamento intestinal. Também contém fitoesteróis, que contribuem para a reposição hormonal. Muito consumida com o Kefir de leite na proporção de uma colher de sopa para 200ml da farinha de linhaça não só para mulheres acima de 35 anos ajudando na reposição hormonal mas o omega3 ajuda a manter a pele viçosa e os cabelos brilhantes.

MEL: O mel é uma substância açucarada, constituído de frutose e glicose, produzida pelas abelhas a partir do néctar que coletam das flores. É um alimento de fácil digestão, sendo assimilado diretamente, constituindo uma fonte imediata de energia. Importante alimento para desintoxicar o organismo e beneficiar a flora intestinal. Por ser carboidrato simples não deve ser consumido por diabéticos. Estudos sugerem que crianças com menos de um ano devem evitar o consumo de mel, pois este pode conter esporos de Clostridium botullinum e transmitir o botulismo.

PRINCIPAIS FLORADAS DE MEL
Mel de eucalipto: Mel com sabor mais forte, mais escuro do que os outros tipos graças a alta concentração de ferro, magnésio, cálcio e enxofre. É indicado para tosses, resfriados, sinusite, irritação da garganta e bronquite (infecções das vias respiratórias em geral). Limpa o catarro e desinfeta os brônquios. Ótimo vermífugo.
Mel silvestre (flor do campo): Mel de sabor suave, funciona como um ótimo adoçante para bebidas em geral. Tem propriedades calmantes, relaxantes, desintoxicantes e fortificantes. É rico em minerais.
Mel de laranjeira (flor da laranjeira): Seu sabor é dos mais agradáveis, sua cor é mais clara do que a dos outros tipos de florada. Muito bem indicado por médicos pelas suas propriedades que regulam o intestino. Excelente para insônia, nervosismo e palpitações (propriedades espasmódicas).
Mel de assa-peixe: Calmante e relaxante. A cristalização do mel é normal e indica sua pureza. Para voltar à forma líquida, coloque-o em banho-maria, por aproximadamente 30 minutos.

PÓLEN: Excelente suplemento vitamínico. Tem ação comprovada em casos de esgotamento físico, recuperação de doenças em geral e depressão, diminui o nervosismo, insônia, melhora a impotência sexual, estimula a fertilidade, melhora o apetite, auxilia no crescimento infantil, alivia os sintomas da menopausa, fortalece unhas e cabelos. As mais recomendadas clínicas de geriatria e recuperação humanas empregam doses equilibradas de pólen nos seus tratamentos. Indicado para pessoas acima de 40 anos pelos benefícios aos mesmos, também indicado a quem tem problemas de depressão e transtorno bipolar. Coloca-se 1 colher de café no coado do Kefir de água, pela manhã. Tomar 1x ao dia.

VINAGRE DE MAÇÃ: Deve ser usado mais como um medicamento do que como um tempero. Tem efeitos notáveis contra a obesidade, reumatismo, dores musculares (ajuda a eliminar o excesso de ácido lático e ácido úrico nos músculos), cãibras, doenças de pele, todas as doenças dos dentes e gengivas, queda dos cabelos, caspa, seborréia, varizes e queimaduras (uso externo). Misturar uma colher de sopa em um copo Kefir de água (200ml), três a quatro vezes ao dia. Para as varizes e afecções do coro cabeludo, além do uso interno por várias semanas, aplicar também externamente produzindo uma massagem por fricção moderada e deixando o produto secar naturalmente em contato com o corpo. Só lavar após duas horas no mínimo.

DOLOMITA: Pesquisas realizadas no Instituto Weismann, de Israel, com um calcário dolomítico brasileiro comprovaram a presença de calcitriol, hormônio que fixa o cálcio nos ossos e atua em mais de 30 tecidos, produzindo aumento de trabéculas de medula vermelha e de massa óssea nos, aumento da calcificação da matriz inorgânica, da flexibilidade e maleabilidade da matriz orgânica; redução dos sintomas e dor na osteoporose. Para deficiências do cálcio pode misturar 3g do pó dolomita ao dia, no Kefir de leite ou de água.

ESTUDANDO O KEFIR DE ÁGUA - Também conhecido como: Cogumelos Tibetanos, Plantas de Iogurte, Cogumelos do Iogurte, Fungo do Iogurte, Lótus de Neve, Kin-oko ou Tane-oko (Japão) ou Tibetanischer Pilz (Alemanha), o Kefir possui uma consistência cremosa espessa uniforme, um leve gosto ácido que refresca e um aroma moderado de levedura fresca. Também tem uma efervescência natural de gosto “carbonatado”. Há cerca de 40 combinações aromáticas, o que contribui para seu sabor inigualável e odor agradável e único. O Kefir pode conter entre 0,08 a 2% de álcool. Para o Kefir com 24h de fermentação os valores ficam entre 0,08 a 0,5%.

ESTUDANDO O KEFIR DE LEITE - é rico em vitamina B12, B1 e vitamina K. É uma fonte excelente de biotina, a vitamina B que aumenta a assimilação das outras vitaminas do complexo B. Seus grãos têm propriedades antitumorais, antibacterianas e antifúngicas e seu consumo diário produz bons efeitos em convalescença após doenças graves. Digestivo, NÃO produz intolerância ou efeitos colaterais.

Especialista em fermentados e probióticos, Célia Ferreira classifica o Kefir como alimento funcional. Funcional é qualquer alimento ou parte dele que proporcione benefícios à saúde, incluindo a prevenção e tratamento de doenças, além de satisfazer os requisitos nutricionais tradicionais. De acordo com a pesquisadora, o Kefir é rico em vitaminas do complexo B. Essas vitaminas participam da composição de enzimas transformando os alimentos em hidratos de carbono, gorduras e proteínas. "Ele não é só um probiótico, os alimentos desse tipo produzem bactérias com ação na flora intestinal humana, como os lactobacilos do Yakult, o quefir (Kefir) produz vitaminas que auxiliam no processo digestivo", acrescenta Célia Ferreira.


Dicas da Terapia Ortomolecular

DIFICULDADE DE PERDER PESO
O que está faltando: ácidos graxos essenciais e vitamina A.
Onde obter: semente de linhaça, cenoura e salmão, Kefir - além de suplementos específicos.

RETENÇÃO DE LÍQUIDOS
O que está faltando: na verdade um desequilíbrio entre o potássio, fósforo e sódio.
Onde obter: água de coco, azeitona, pêssego, ameixa, figo, amêndoa, kefir, nozes, acelga, coentro e os suplementos.

COMPULSÃO A DOCES
O que está faltando: cromo. Cereais integrais, nozes, centeio, banana, espinafre, cenoura + suplementos. B2 riboflavina.
Onde obter: levedura de cerveja, Kefir de leite, Kefir de chá de Alfarroba.

CÂIMBRA, DOR DE CABEÇA
O que está faltando: potássio e magnésio.
Onde obter: banana, cevada, milho, manga, pêssego, acerola, laranja, suco. verde + Kefir e suplementos.

DESCONFORTO INTESTINAL, GASES, INCHAÇO ABDOMINAL
O que está faltando: lactobacilos vivos.
Onde obter: coalhada, iogurte, missô, yakult, chucrute, kefir e similares.

MEMÓRIA RUIM
O que está faltando: acetil colina, inositol.
Onde obter: lecitina de soja, gema de ovo + suplementos.

HIPOTIREOIDISMO
(PROVOCA GANHO DE PESO SEM CAUSA APARENTE) O que está faltando: iodo.
Onde obter: algas marinhas, cenoura, óleo, pêra, abacaxi, peixes de água salgada e sal marinho.

CABELOS QUEBRADIÇOS E UNHAS FRACAS
O que está faltando: colágeno.
Onde obter: peixes, ovos, carnes magras, gelatina + suplementos.

FRAQUEZA, INDISPOSIÇÃO, MAL ESTAR
O que está faltando: vitaminas A, C, e E e ferro.
Onde obter: verduras, frutas, carnes magras e suplementos e Kefir.

COLESTEROL E TRIGLICERÍDEOS ALTOS
O que está faltando: Ômega 3 e 6.
Onde obter: sardinha, salmão, abacate, azeitona, gergelim, Kefir, linhaça e azeite de oliva.

(Recebi da Comunidade do Orkut Amigos do Kefir)

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

O ‘CHAI’...UMA RECEITA MILENAR PARA A SAÚDE E A LONGEVIDADE...



Você pode não gostar, mas o ‘chai’, esta mistura tão particular de ervas e especiarias, tão vinculada com a cultura oriental, mais especificamente com a Índia, pode oferecer-lhe uma grande quantidade de benefícios: além de ser de grande ajuda para reforçar o sistema imunológico, sabe-se que é útil para equilibrar os níveis de colesterol e a pressão arterial.

Além disso, atribui-se a ele propriedades anticancerígenas e sabe-se que pode reduzir os sintomas em casos de pacientes com Mal de Alzheimer. À todas essas qualidades benéficas soma-se outra: é de grande utilidade para o aparelho digestivo, sobretudo para evitar flatulência. Assim que, se o seu problema é o excesso de gases no organismo, você pode provar esta mistura tão aromática, a base de canela, chá verde, cravo da índia, entre outros, para aliviar o seu mal-estar.
Se nunca provou, anime-se. Veja como preparar, em sua casa, uma infusão de ‘chai’.
O que você precisa?
- 2 colheres de chá verde;
- 1 ramo de canela;
- 5 sementes de cardamomo verde;
- 2 cravos da índia;
- 1 colher de gengibre;
- 500 ml. de água.

Preparo:
1. Coloque as ervas e a água em um recipiente e leve ao fogo, deixando ferver por um tempo aproximado de 5 a 8 minutos.
2. Coe as ervas. Em outro recipiente prepare o chá verde e adicione, então, à infusão anterior.
3. A receita original inclui também leite de soja. Portanto, você pode adicioná-lo, numa pequena porção e, agora sim, deleitar-se com o seu sabor e desfrutar.

(Publicado e traduzido do site CUSI HUASI)

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quinta-feira, 23 de julho de 2009

FOME GORDA E INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

A conexão entre fome gorda e queda do humor e da inteligência emocional é polêmica pelo fato de envolver poderosos grupos econômicos que lucram com alimentos de má qualidade em termos nutricionais, geradores de doenças físicas aliadas à obesidade e doenças mentais como a depressão, distúrbios cognitivos e psicomotores, males de Alzheimer e de Parkinson, lucro esse proveniente de medicamentos patenteados.

A relação e/ou conexão de tais enfermidades com o erro alimentar – e não com os propalados fatores genéticos – torna-se evidente ante a circunstância de que as referidas doenças mentais triplicam nos últimos 20 anos, ou seja, em menos de uma geração, em decorrência da invasão da Pirâmide Alimentar Americana em todos os continentes, acarretando o consumo desenfreado de carboidratos refinados e óleos “trans” e diminuindo a ingestão de ovos ecológicos, peixe e vegetais do tipo frutas, verduras e legumes orgânicos. Estes são os alimentos mais indicados na prevenção tanto da fome gorda, dez vezes mais freqüente que a fome magra em pobres da população brasileira, quanto da depressão e da diminuição da inteligência emocional responsável por quatro vezes mais suicídios que na China tradicional, onde se come até a cabeça do peixe e os ovos de patos de regiões ricas em frutos do mar ou mesmo de águas ribeirinhas, sem temer o mito do colesterol ruim.

O ovo de aves aquáticas tende a possuir dez vezes mais Omega 3, óleo que previne a depressão e suas conseqüências, ou seja, a pirâmide das mortes violentas: suicídio, homicídio, acidente de trânsito e a escalada de drogas. O Omega 3 é “sabotado” no organismo pelo açúcar refinado, excesso de pão (glúten) leite e queijo (caseína), margarina “trans”, café misturado com milho torrado e, mais recentemente, a soja transgênica que dificulta a digestão das proteínas das carnes brancas e vermelhas, do glúten e da caseína, produzindo queda do humor e da inteligência emocional.

Atualmente, 95% da população têm deficiência de Omega 3, a principal gordura do cérebro, cuja composição é de mais de 60% de gordura combinada com os fosfolipídios do ovo orgânico, caipira, que tem seis vezes mais vitaminas antioxidantes do tipo carotenóide e três vezes mais vitamina A que o ovo comum, sendo que até dez vezes mais Omega 3 quando as aves são criadas à beira da água, com acesso a frutos do mar, por exemplo, nas ilhas gregas.

O açúcar refinado e as farinhas refinadas não têm minerais essenciais e ainda roubam do sangue, levando pela urina, cromo, zinco e magnésio, três minerais que influenciam, segundo as pesquisas da nutrogenética, a produção de serotonina, a qual, por sua vez, controla a fome da tarde e da noite, diminui a insônia e reduz a queda de açúcar na região frontal do cérebro correlacionada a distúrbios depressivos, suicídio, criminalidade, bloqueio da inteligência emocional.

Um médico epidemiologista da marinha britânica correlacionou à entrada da dieta da Pirâmide Alimentar Americana com a obesidade, diabete, depressão (20 anos após), o que explicaria a razão pela quais as depressões são mais freqüentes 20 anos depois de erros alimentares, isto em virtude da perda progressiva daqueles minerais detectáveis em mineralograma do cabelo, exame utilizado pela psiquiatria ortomolecular e ponto de partida para a pesquisa da depressão, obesidade e problemas de inteligência emocional.

A dieta paleolítica (peixes, ovos, frutas, verduras, etc.) utilizada pelo homem no último milhão de anos fez com que o cérebro desse um salto de 400 gramas para 1.400 gramas. A medicina ortomolecular tem como meta regenerar o cérebro humano, vitimado pelo estresse oxidativo, mas também provocar a sua expansão com uma dieta similar à paleolítica alicerçada em bases científicas. A propósito, as células-tronco são mantidas em laboratório em caldos nutricionais, o que dá uma idéia da dimensão e do alcance da matéria (nutrição celular, nutrição cerebral).

Dr. Juarez Nunes Callegaro
CRM 2494


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QUINUA, A PROTEÍNA DO SÉCULO 21


O grão, consumido pela população andina há mais de 500 anos, foi recentemente considerado pela ONU como o alimento mais completo do planeta.
por Cida de Oliveira | fotos Alfredo Franco
FONTE: BOA FORMA

Se você ainda não ouviu falar dela, aguarde: a quinua é o alimento mais festejado do momento. Ótima fonte de proteína, carboidrato de baixo índice glicêmico, gordura saudável, vitamina e minerais, esse grão ainda tem outra grande qualidade. “Seus aminoácidos (componentes da proteína) são combinados na medida certa para atender às necessidades do organismo”, atesta Jaime Amaya Farfán, coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação, da Universidade de Campinas (Unicamp). Para começar, cada grão tem 20 aminoácidos diferentes, entre eles a metionina e a lisina, responsáveis pela formação da proteína completa, e que é quase uma exclusividade dos alimentos de origem animal.

O que você ganha com isso? Proteína tem tudo a ver com o efeito do seu treino e com sua boa forma – ajuda a aumentar e manter o volume dos músculos, o que acelera o ritmo do metabolismo e faz o corpo queimar mais calorias. “Completa e de fácil digestão, a proteína da quinua é perfeita até para quem pega pesado nos exercícios”, assegura a terapeuta nutricional Gabriela Marques, de São Paulo. Aliás, esse novo herói do prato saudável é também uma excelente alternativa protéica para quem não come carne.

Além da proteína e do carboidrato, o poderoso grão esbanja ômega 3 e 6, gorduras do bem que impedem a deposição de gorduras maléficas nas artérias. Esse trio de nutrientes controla a liberação de glicose, impedindo aquele sobe-e-desce do açúcar no sangue que dá fome rapidinho. O mix de vitaminas (tiamina, riboflavina, niacina e vitamina E), fibras e minerais (magnésio, potássio, zinco e manganês) e a ausência de glúten (ótima notícias para quem tem alergia a esse elemento) somam mais pontos na ficha nutricional da quinua. O que os estudiosos estão tentando descobrir agora é se o vegetal, originalmente cultivado nas altas montanhas da Bolívia, possui fitoestrógenos semelhantes ao da soja — substâncias naturais que imitam a ação de certos hormônios, ajudando a amenizar os sintomas da TPM e da menopausa.

Com certeza, você já está de bolsa em punho para sair atrás de um pacotinho. Nas prateleiras, vai encontrar versões em grãos, flocos, farinha e até macarrão. A embalagem com meio quilo custa cerca de 15 reais. O preço é salgado, mas como seu volume chega a triplicar depois de cozida, não fica tão caro. Para você se convencer de vez, olha só as receitas que experimentamos e adoramos!

Salada de quinua com frango

1 xíc. (chá) de quinua crua em grão, 2 xíc. (chá) de peito de frango cozido cortado em cubos, 1/2 xíc. (chá) de nozes pecan picadas, 1/2 xíc. (chá) de uva passa preta ou branca (mergulhe por 20 minutos em um pouco de água), 2 col. (sopa) de shoyu light, 1 pitada de páprica (opcional), 4 folhas de alface americana e salsa para decorar.

Modo de fazer
Cozinhe a quinua por 15 minutos em 2 xíc. (chá) de água. Deixe esfriar. À parte, misture o frango, as nozes, a uva passa e o shoyu. Por último, junte a quinua e a páprica. Sirva dentro da alface e decore com a salsa.
Rendimento 4 porções
Calorias por porção: 360

Risoto de quinua

1/2 cebola cortada em fatias finas, 1 col. (sopa) de azeite de oliva, 1 xíc. (chá) de quinua crua em grão, 2 tomates sem pele e picados, 1/2 copo (100 ml) de vinho branco, 1 copo grande (300 ml) de caldo de vegetais (pode ser em pó, sem gordura), 2 xíc. (chá) de folhas de espinafre, 1 dente de alho, sal, pimenta vermelha e noz-moscada a gosto, 1 fatia grossa de queijo branco em cubos

Modo de fazer
Refogue a cebola no azeite em fogo baixo até ficar transparente. Junte a quinua e os tomates e mexa bem. Acrescente o vinho e cozinhe em fogo médio até que a quinua absorva todo o liquido. Junte o caldo de vegetais aos poucos e cozinhe em fogo baixo. Em outra panela, adicione o espinafre e o alho e refogue até evaporar o líquido. Pique o espinafre e misture à quinua. Tempere com o sal, a pimenta e a noz-moscada. Salpique com o queijo e sirva.
Rendimento 4 porções
Calorias por porção: 290

Sopa de tomate com quinua

1/2 xíc. (chá) de quinua crua em grão, 1 dente de alho amassado, 2 cebolas picadas, 2 col. (sobremesa) de azeite, 3 xíc. (chá) de tomate maduro sem pele e sem sementes cortado em cubos, 1 talo de salsão picado, 1 1/2 litro de caldo de carne ou galinha (pode ser em pó, sem gordura), 1 col. (sobremesa) de orégano fresco e sal a gosto

Modo de fazer
Cozinhe a quinua em 1 1/2 xic. (chá) de água por 15 minutos e reserve. Em uma panela grande, doure o alho e a cebola no azeite. Acrescente o tomate e o salsão. Deixe cozinhar por 10 minutos (ou até os tomates desmancharem) e junte o caldo. Tempere com o orégano e o sal. Por último, acrescente a quinua cozida e desligue o fogo. Sirva bem quente.
Rendimento 4 porções
Calorias por porção: 147

Alimento sagrado

Botanicamente, a quinua não pertence à categoria dos cereais nem à das leguminosas.

“É uma espécie de arroz e feijão num único grão”, compara Jaime Amaya Farfán. Peruano, o professor da Unicamp conta que esse alimento tinha um significado místico para os incas e era chamado de segunda mãe. “Logo depois de desmamadas, as crianças eram alimentadas com o grão”, diz.

A planta brota somente no alto das montanhas andinas da Bolívia, a quase 4 mil metros de altitude. Suas propriedades nutricionais, reconhecidas a partir das décadas de 1950 e 1960, foram atestadas mais tarde pela Food and Agriculture Organization (FAO), órgão das Nações Unidas para a alimentação.

Vários países pretendem cultivá-lo. No Brasil, há 20 anos a Embrapa, empresa do governo federal de pesquisa em agricultura e pecuária, estuda sua adaptação nos solos frios e altos da Região Sul. Segundo a empresa Quinua Real Brasil, o alimento é considerado o melhor de origem vegetal para consumo humano e foi selecionado pela Nasa para integrar a dieta dos astronautas em vôos espaciais de longa duração.

O grão puro

Em uma panela, coloque duas medidas de água para cada medida de quinua. Adicione sal a gosto e leve ao fogo por 10 ou 15 minutos, até que dobre ou triplique o seu volume. Desligue e regue com um fio de azeite. O grão cozido pode ser guardado na geladeira por até três dias. Sirva com o molho ou tempero de sua preferência.



Quinua em flocos








Farinha de quinua








Quinua em grão








Tabela nutricional por 100 g do grão cru
Calorias 347
Gorduras totais 5,7 g
Fibras 5 g
Proteínas 15 g
Carboidrato 60 g
Cálcio 112 mg
Magnésio 204 mg
Ferro 9,5 mg
Vitamina C 3 mg
Vitamina E 4 mg






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quarta-feira, 15 de julho de 2009

CANDIDÍASE


“A candidíase é chamada de epidemia escondida, sendo por isso muitas vezes sub diagnosticada.

A Cândida afeta não só mulheres, como homens e crianças. A Cândida Albicans é um fungo, que tem como habitat principal o sistema digestivo humano. Todos nós temos várias bactérias e fungos como a Cândida habitando em harmonia no nosso intestino, constituindo a nossa microbiota intestinal.

O uso de antibióticos, quimioterápicos, antiácidos, esteróides, progesterona, pílulas anticoncepcionais e cortisona, assim como o estresse, a diabetes mellitus, e a hipoglicemia, entre outros distúrbios metabólicos pode provocar a quebra deste equilíbrio, sendo desencadeadores da proliferação da Cândida.

As pessoas mais suscetíveis à Cândida são aquelas alérgicas, com má digestão, aquelas com infecções virais, síndrome da fadiga crônica, câncer, ou que tenham um histórico de uso crônico das drogas mencionadas. A Cândida é mais encontrada em determinados tipos de personalidade como naquelas pessoas que se doam, que buscam a perfeição, estressadas, workaholik, com baixa auto-estima e que querem se manter muito magros. Todas estas características, doenças e estresse têm em comum o fato de provocarem uma diminuição da função do sistema imunológico, deixando-nos muito mais suscetíveis ao supercrescimento da Cândida. A sua recorrência também está relacionada a períodos de baixa imunidade e baixa energia corporal, uma vez que um organismo fraco é um ótimo ambiente para o rápido crescimento deste fungo.

SINAIS E SINTOMAS

A Cândida e outros fungos produzem toxinas, que no organismo humano podem atingir a corrente sanguínea e produzir uma vasta gama de sintomas que se manifestam principalmente em 5 áreas do nosso corpo:

a) Sistema digestivo – provocando gases, distensão abdominal, diarréia alternada com constipação e múltiplas alergias alimentares.

b) Sistema nervoso – fadiga anormal, dificuldade em se concentrar, confusão mental, irritabilidade e confusão mental, perda de memória, insônia, depressão, tontura, alterações de humor, dores de cabeça, náuseas, sensação de queimação, dormência, entre outros.

c) Pele – psoríase, eczema, sudorese excessiva, acne e infecções nas unhas.

d) Trato genito-urinário – nas mulheres, principalmente tensão pré- menstrual, infecções vaginais recorrentes, e perda da libido. Nos homens inclui prostatite recorrente e impotência.

e) Sistema endócrino – hipo ou hipertireoidismo, principalmente os de origem auto-imune.

O conjunto destes sintomas devido à infecção por Cândida pode ser chamado de candidíase polisistêmica.

INFLUÊNCIA DA DIETA

Os fungos crescem com o açúcar, principalmente a sacarose. O consumo de grandes porções de carboidratos refinados como balas, chocolates, bolos, biscoitos, pão branco, bebidas alcoólicas e cafeína podem levar a um supercrescimento da Cândida. Mesmo o açúcar contido nas frutas e nos seus sucos, se consumidos em excesso, favorecem também o seu crescimento. O excesso de açúcar e de lipídios diminui a fagocitose de leucócitos e a função linfocitária, respectivamente, tornando o ambiente próprio para o seu ótimo crescimento. As deficiências nutricionais frente a uma alimentação desequilibrada e uma função digestiva precária também estimulam o seu crescimento.

Muitos alimentos, mesmo que considerados saudáveis, podem estar grandemente colonizados por fungos e suas toxinas. Estes incluem milho, amendoim, castanha de caju, e coco ralado. Fungos também podem ser encontrados na cevada, centeio, trigo, arroz, milhete e em praticamente todos os grãos de cereais. Uma dieta rica em cereais e oleaginosas contaminadas, portanto aumentam a colonização de fungos no trato digestivo. Animais que se alimentam destes grãos contaminados também tem um crescimento de fungos aumentado e nós, portanto podemos ingeri-los de maneira indireta através do consumo de sua carne. Além disso, esses animais podem ter sido alimentados com antibióticos, o que de alguma forma pode influenciar no desequilíbrio da nossa ecologia intestinal.

A exposição a toxinas ambientais (pesticidas, herbicidas, petroquímicos e metais pesados) também aumenta a sua prevalência. Alguns estudos apontam para uma relação da Cândida com uma sensibilidade aumentada ao mercúrio derivado dos amálgamas dentários e com uma prevalência aumentada de alergias alimentares.

TRATAMENTO NUTRICIONAL – ALIMENTAÇÃO E SUPLEMENTAÇÃO
A candidíase não pode ser curada somente através das alterações dietéticas propostas, mas estas são de fundamental importância para a eficácia do tratamento antifúngico usualmente empregado. A dieta garante que a Cândida não cresça ou que tenha um crescimento insignificante.

O mais importante no que se refere ao tratamento da infecção pela Cândida é melhorar a função digestiva e o sistema imunológico, assim a Cândida não encontrará ambiente propício para o seu crescimento excessivo.

Frente aos alimentos mais envolvidos no crescimento da Cândida, é importante, evitar frutas ricas em açúcar como as desidratadas, frutas, sucos de frutas, alimentos fermentados como cerveja, vinho e queijos, pães e grãos contaminados, produtos de origem animal (principalmente a carne vermelha e de porco, gordura animal, manteiga, leite e outros laticínios), amendoim, pistache, castanha de caju e coco ralado, sementes e alimentos refinados. Evitar a ingestão de champignons, pois eles nada mais são do que uma espécie de fungo que pode proliferar a população intestinal de fungos.

Evitar a ingestão de amendoim ou seu óleo, uma vez que freqüentemente estão contaminados com aflatoxinas e fungos considerados imunossupressores.

Alimente-se com mais peixes e óleos de peixe (ricos em ácidos graxos (Ômega 3), alho, cebola,azeitonas, azeite de oliva, hortaliças verdes, ervas, especiarias, semente de linhaça e produtos à base de soja como o tofu e o iogurte.

Alguns suplementos também são indicados como coadjuvantes no tratamento da candidíase:

PROBIÓTICOS: são as bactérias intestinais benéficas que residem no nosso intestino e funcionam como um antibiótico natural contra bactérias patogênicas, vírus e fungos como a Cândida. Para isso é importante que estejam em equilíbrio na nossa microflora. O iogurte e outros leites fermentados são fontes naturais de probióticos, mas estes podem ser melhor obtidos através de suplementos de lactobacilos e bifidobactérias. Podem ser utilizados por via oral ou como uso tópico no caso de infecções vaginais recorrentes.

PREBIÓTICOS: como os frutooligossacarídios (FOS), por exemplo. Aconselha-se associá-los ao uso dos probióticos, uma vez que alimentam os lactobacilos, aumentando sua população e assim conferindo maior proteção intestinal.

ÁCIDO CAPRÍLICO: é um ácido graxo de cadeia média presente no coco. É um potente agente antifúngico.

CEBOLA E ALHO: são efetivos no combate tanto da Cândida quanto de parasitas. Devem ser consumidos na forma crua ou em suplementos de óleo ou extrato de alho. O processamento do alho em cápsulas provoca perda de parte de sua atividade antifúngica. A alicina é o elemento essencial no óleo de alho, responsável pelas propriedades terapêuticas antibacterianas, antiinflamatórias e antifúngicas. Utilizar diariamente durante 1 a 3 meses.

ÓLEOS: O óleo de peixe tem atividade antifúngica comprovada, havendo também benefícios através da ingestão de peixes como truta, salmão, sardinhas, atum e bacalhau por pelo menos 3 vezes/semana. O óleo de prímula, de borage e groselha preta são ótimas fontes de Omega 6. Óleo de semente de linhaça é boa fonte de ácidos graxos Omega 3 e 6. Todos estes óleos tem propriedades antifúngicas. Destaca-se neste grupo o óleo de orégano por suas propriedades antibacterianas, antifúngicas, antiparasíticas e antioxidante.

ALOE VERA GEL: assim como a espirulina ou clorela têm ação no combate a Cândida, principalmente devido ao seu efeito estimulante sobre o sistema imune. Além de suas propriedades antioxidantes e antiinflamatórias.

VITAMINAS/MINERAIS: o sistema imune necessita de alguns nutrientes para o seu bom funcionamento como a vitamina A, beta caroteno, vitamina E, iodo, selênio, zinco, ácido fólico e biotina. Esta última é uma das vitaminas do complexo B, e também tem atividade evitando a conversão da Cândida na sua forma mais invasiva.

ALGAS MARINHAS: são ricas em selênio e iodo que têm atividade de inativar os fungos. Antes do advento das drogas antifúngicas o iodo era o “remédio” mais potente contra a Cândida e outros fungos.”

Nutricionista: Patricia Blanche Davidson
Graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Pós -graduanda do curso de Nutrição Clínica Funcional/ UNIB – SP
Coordenadora da Nutconsult
Nutricionista do Hospital Estadual Azevedo Lima
Atua em atendimento nutricional domiciliar
Fonte: Dieta SGSC

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sexta-feira, 10 de julho de 2009

A DIETA DOS FRANCESES


- Depois da comilança das festas de fim de ano, é hora de começar uma dieta rigorosa, não é mesmo?

Nada disso.

Pelo menos é o que prega o Dr. Will Clower, autor de "A não-dieta dos franceses", lançado recentemente pela editora Campus. O médico neurofisiologista desenvolveu, durante sua estada de dois anos no Institute of Cognitive Science, em Lyon, na França, um plano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta e, ainda assim, emagrecer com saúde, como os franceses.

"Descobri que os franceses violam todas as regras alimentares que estipulamos para nós. E, apesar de seus cremes, queijos, manteigas e pães, a taxa de obesidade na França é de apenas 11,3% da população, segundo pesquisa realizada em 2005 pela Internacional Obesity Task Force. O programa de emagrecimento saudável é baseado em quatro grandes princípios básicos: comer alimentos de verdade, aprender a comer, reduzir a quantidade de comida e ser ativo, sem necessariamente se exercitar", explica no livro.

" Em uma volta pelo supermercado fiquei impressionado com os laticínios. Onde estavam os produtos lights? "

Segundo o médico, estamos inundados de alimentos artificiais - açúcares sintéticos, gorduras sintéticas e produtos alimentícios artificiais. Falta-nos reaprender o que é comida de verdade, já que é a ingestão dela que proporciona ao corpo a nutrição na forma de que ele necessita. Clower afirma que em vez de estimular a ingestão de novas substâncias químicas para enganar o organismo, o programa mostra porque alimentos de verdade funcionam em favor do corpo.

"Temos que reaprender o que é comida de verdade. Alimentos de verdade são os produtos naturais, que podem ser encontrados em um texto de biologia e que normalmente fazem parte da cadeia alimentar. Refrigerantes não dão em árvore, margarina é uma invenção, e os corantes, conservantes e estabilizantes que aumentam a vida do produto não foram feitos para o nosso corpo", defende.

Em sua observação dos costumes alimentares franceses, o médico descobriu que os franceses não comem alimentos processados, não evitam gorduras, chocolates e nem carboidratos, não tomam suplementos alimentares, não se abstêm do vinho no almoço e no jantar e não comem com pressa. Ao adotar os hábitos franceses, ele e a mulher emagreceram onze e cinco quilos, respectivamente.

- Em uma volta pelo supermercado fiquei impressionado com os laticínios - fileiras e fileiras de queijos, uma geladeira inteira só pra iogurtes e queijos frescos...
Onde estavam os produtos lights?

Entre outras dicas, Clower prescreve uma limpa na despensa e na geladeira, com o auxílio de que se deve ter em casa, fala sobre os benefícios da cerveja e do vinho, com moderação, é claro, da importância de se passar mais tempo à mesa, usufruindo do sabor da comida e de como isso auxilia a diminuir o tamanho das porções, e da necessidade de se manter ativo. Os resultados, garante ele, surgem em seguida.

Plano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta!!!!

1 - Comer devagar. Comer muito rápido faz comer mais. O estômago demora cerca de 20 minutos para mandar um sinal para o cérebro. Comendo devagar, o cérebro tem tempo de receber a mensagem de que seu corpo está satisfeito.

2 - Garfadas menores... O paladar está na superfície da língua. Se a sua boca está cheia de comida, você nem sente o gosto.

3 - Concentre-se na comida. Comer em frente à TV ou no carro faz o momento se tornar irrelevante. A falta de atenção faz com que se coma demais.

4 - Apóie o garfo no prato. Se ainda tem comida na sua boca, coloque o garfo no prato. Não o encha novamente até que tenha engolido.

5 - Sirva a comida em pratos pequenos. Isso resolve dois problemas de uma só vez: o de lavar a louça e o fato de você comer com os olhos.

6 - Comida sem gordura engorda. Comidas sem gordura não satisfazem e contêm mais açúcares.

7 - Se não for comida, não coma. Nosso corpo sabe o que é comida de verdade: carnes, frutas, verduras. Invenções como coca-cola causam problemas de saúde e de sobrepeso.

8 - Coma em etapas. Coma a salada primeiro. Isso ajuda a ganhar tempo à mesa e previne que você coma rápido e em grande quantidade.

9 - Gordura é necessária na dieta. Seu corpo e cérebro necessitam de gordura para serem saudáveis. Você come uma quantia normal de gordura quando come alimentos de verdade, como manteiga, azeite, ovos, castanhas e queijos.

10 - Alta qualidade da comida leva a comer menos quantidade.

O GLOBO- ONLINE

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terça-feira, 7 de julho de 2009

ÓLEO DE COCO EXTRA VIRGEM


"Comer o óleo de coco extraído a frio, portanto virgem, ajuda a perder peso, aumentar a imunidade, controlar a diabete, acelerar o metabolismo, reduzir problemas de tireóide, combater infecções por protozoários, bactérias, vírus, fungos (inclusive giárdia, hepatite C,herpes e candidíase).Estimula a digestão e a absorção de nutrientes, nutre a pele, evita rugas, reduz o colesterol e os riscos de doenças cardíacas, câncer e obesidade. É antiinflamatório, beneficia os intestinos e triplica a energia física, com menos calorias que as gorduras convencionais."(Sonia Hirsch - jornalista e pesquisadora, autora de livros sobre culinária natural, alimentação e saúde) - http://correcotia.com/sonia/index.html - (se tiver interesse em conhecer alguns de seus livros)

O óleo de coco extra virgem é um produto natural de origem vegetal da espécie Cocos nucifera. É prensado a frio, não é submetido ao processo de refinamento e desodorização, sendo extraído a partir do leite de coco por processos físicos, passando pelas etapas de prensagem e filtração.

GORDURA DO BEM
Mas a gordura do coco não é saturada?

É. Só que diferentemente das carnes, por exemplo, a do coco se compõe de ácidos graxos de cadeia média, considerados benéficos porque não são armazenados nas células - vai direto para o fígado e vira energia.
Além disso, gordura de coco não contém ácidos graxos trans, muito comuns em óleos vegetais, que aumentam o mau colesterol, e é rico em ácido láurico, elemento antimicrobiano que o leite materno produz para assegurar a imunidade do bebê às infecções.
Quando submetido a altas temperaturas, o óleo de coco extra virgem não perde suas características nutricionais, sendo considerado um óleo estável. É também considerado o mais saudável para cozinhar, não apresentando gordura trans gerada pelo processo de hidrogenação, que está presente em todos os óleos de origem vegetal, como os de soja, canola, milho e até o de oliva, que é considerado o óleo mais saudável.
São encontradas diversas substâncias no óleo de coco, entre elas os ácidos graxos essenciais e o glicerol, que é importante para o organismo - com ele o corpo produz ácidos graxos saturados e insaturados de acordo com suas necessidades.

BENEFÍCIOS
ANTIOXIDANTE

O óleo de coco extra virgem age como um alimento complementar e preventivo e tem ação antioxidante, colaborando na diminuição da produção de radicais livres. Isso se deve à ação direta da vitamina E presente no óleo, que é composta por tocotrienóis e tocoferóis. Ajuda na redução do LDL (colesterol ruim) e no aumento do HDL (colesterol bom).

EMAGRECIMENTO
Colabora no processo de emagrecimento e, por aumentar o metabolismo com os triglicerídeos de cadeia média, sua gordura se transforma dentro das mitocôndrias em energia. A gordura de coco é considerada termogênica, sendo assim capaz de gerar calor e queimar calorias. Daí já existirem dietas de emagrecimento e cura à base de coco.

IMUNIDADE
Fortalece o sistema imunológico, pois apresenta alta concentração de ácido láurico, o mesmo presente no leite materno, possibilitando dessa forma o combate às infecções bacterianas, virais e fúngicas.

FLORA INTESTINAL
Auxilia na regulação da função intestinal. Os componentes da gordura do coco agem normalizando as funções intestinais, tanto nos casos de prisão de ventre ou mesmo nas diarréias, ao mesmo tempo que o ácido láurico, através da monolaurina, ajuda a eliminar as bactérias patogênicas, protegendo e favorecendo o crescimento da "flora amiga". O que é ótimo, também, porque parasitas intestinais detestam o coco. E o melhor: este antibiótico natural afeta apenas os invasores, sem os muitos efeitos colaterais da versão farmacêutica.

DIABETE

Dentre os variados tipos de gordura existentes, a do coco é talvez a mais nobre de todas. Sua digestão é leve e rapidamente se transforma em combustível de longa duração, sem desequilibrar a glicose sangüínea.

TIREÓIDE
Regulariza o funcionamento da tireóide, tendo ainda ação "antienvelhecimento". Estudos realizados há mais de 30 anos comprovaram que a gordura de coco estimula a função da glândula tireóide. O bom funcionamento faz com que especificamente o mau colesterol (LDL), através de processo enzimático, produza os hormônios antienvelhecimento: pregnenolona, progesterona e DHEA (dehidroepiandrosterona). Todas essas substâncias são necessárias na prevenção de doenças cardiovasculares, senilidade, obesidade, câncer, entre outras doenças crônicas relacionadas à idade.

AÇÃO COSMÉTICA

O óleo de coco pode ser aplicado diretamente sobre a pele e mesmo nos cabelos. Além de hidratar a pele, previne rugas, numa verdadeira ação antienvelhecimento.

ALOE VITA PRODUTOS NATURAIS

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ALHO-PORÓ É SABOROSO E FUNCIONAL

POR CLAUDIA SILVEIRA


Parente próximo da cebola, o alho-poró tem mais semelhanças com a sua prima do que com o parente de nome parecido, o alho.

Incluída no preparo de alimentos, a hortaliça deixa a comida mais nutritiva pois é uma boa fonte de carotenóides (vitamina A) e possui quantidades expressivas de vitamina C e sais minerais, como potássio, cálcio e fósforo, segundo a nutricionista Roseli Rossi, especialista em administração e organização de serviços alimentares.

A sua propriedade mais significativa é a de proteger contra o câncer de estômago. E, por ser um alimento funcional, seus benefícios não param por aí: “Como as cebolas, o alho-poró pode ajudar a reduzir o colesterol, além de ser um ótimo alimento desintoxicante por estimular as enzimas do fígado a fazerem a desintoxicação de xenobióticos, que são substâncias tóxicas”, descreve a nutricionista Daniela Jobst, especialista em nutrição-clínica funcional e em fisiologia do exercício.

Mas não é todo mundo que pode consumir o alimento. Segundo Daniela, ele é contra-indicado para lactantes porque pode provocar cólicas no ventre da criança, para recém-nascidos e para pessoas com pressão baixa, hipertireoidismo não controlado e que usam medicamentos para controlar o nível de açúcar no sangue.

A lista também inclui quem sofre de insuficiência renal. Mas, nesses casos, não precisa riscar o alho-poró da dieta. É só consumi-lo cozido para diminuir a quantidade de potássio presente em sua composição.

Se não há restrições para o seu consumo, vale a pena usar o alho-poró como tempero ou ingrediente de pratos variados, pois ele possui sabor requintado e confere um aroma agradável às saladas, por exemplo.


Saiba mais

Em quais pratos o alimento pode ser usado?
O alho-poró é útil em uma variedade de pratos. A parte branca pode ser fatiada e incorporada a preparos de peixes, aves e carnes e a cremes em geral, como molhos e patês. Suas folhas são muito utilizadas para fazer sopas e caldos, assim como se faz com tiras de couve-manteiga. Uma sugestão é fervê-lo e servir o caldo peneirado com batatas. Pode-se também refogá-lo em caldo sem gordura para ser servido quente ou pincelá-lo levemente com azeite de oliva e grelhá-lo para servir com legumes. Uma boa dica é utilizá-lo como recheio de sanduíches e como temperos de massas, tortas e pães.

O alimento pode ser ingerido cru ou deve ser sempre cozido?

Pode ser consumido das duas maneiras, dependendo do gosto de cada um. Mesmo sendo inteiramente comestível, a maioria das pessoas prefere comer a parte branca e polpuda da base e as macias folhas internas do alho-poró. É comum descartar as folhas mais escuras e amargas do topo. É importante lavar o alho-poró bem antes do preparo, pois ele acumula grande quantidade de terra.

Quantas calorias tem o alho-poró?
Meia xícara do alimento picado e cozido contém apenas 15 calorias, sendo 25 miligramas de vitamina C e 16 miligramas de cálcio, além de uma pequena quantidade de niacina.

É verdade que o alimento pode provocar mau hálito e gases?

Não. Apesar de ser da mesma família da cebola e do alho tradicional, ele não causa esses desconfortos já que não possui quantidade significativa de alicina, substância responsável pela produção de enxofre, que causa o mau hálito comum após o consumo desses outros alimentos.

Reportagem publicada na Revista da Hora do dia 09/12/07

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AMARANTO, OPÇÃO CONTRA O COLESTEROL

Planta consumida na América pré-colombiana é introduzida no Brasil


O amaranto, um dos vegetais mais importantes da América pré-colombiana, cujo consumo foi proibido pelos espanhóis por estar associado a práticas religiosas, começa a ser reabilitado por cientistas brasileiros com um nobre fim: pesquisas recentes mostram que, além de ser altamente nutritivo, o amaranto é um excelente redutor dos níveis de colesterol plasmático, que provoca o entupimento dos vasos sangüíneos.


A conclusão é resultado de um estudo feito pelo Laboratório de Bioquímica e Propriedades Funcionais dos Alimentos da Universidade de São Paulo (USP), que investiga os chamados alimentos funcionais – aqueles que, além de suas funções nutricionais básicas, trazem algum benefício adicional para a saúde. O coordenador do projeto, o cientista de alimentos José Alfredo Gomes Arêas, conta que o conceito de alimentos funcionais surgiu na década de 1980, quando o governo japonês percebeu uma piora da saúde da população nipônica decorrente de seus hábitos alimentares e estimulou o consumo de certos produtos, entre eles, a soja, obtendo bons resultados.

A equipe de Arêas começou a estudar o amaranto em 1997, tendo realizado, desde então, diversos testes com animais para entender como a planta reduz as taxas de colesterol. Após induzirem o aumento do colesterol total e do LDL (o chamado mau colesterol) em hamsters e coelhos, através de alimentos ricos em ácidos graxos saturados e outros compostos, os pesquisadores administraram uma dieta contendo o amaranto.

Os resultados obtidos nos experimentos levaram os cientistas a concluir que a fração protéica do amaranto é a responsável pela redução do colesterol, pois as proteínas, ao serem ‘quebradas’ na digestão, transformam-se em peptídeos (pequenas cadeias de aminoácidos) capazes de inibir a enzima responsável pelo acúmulo do colesterol. Mas o mecanismo ainda não está completamente elucidado e a equipe continua investigando.

Arêas também realizou, em parceria com o Instituto do Coração (InCor) de São Paulo, estudos com pacientes do hospital, cuja taxa de colesterol estava elevada. A administração de amaranto, mesmo em pouca quantidade, junto com estatinas, diminuiu mais acentuadamente os níveis de colesterol dos pacientes. O pesquisador ressalta, entretanto, que mais estudos são necessários para que se possa avaliar a real participação do amaranto, uma vez que o número de pacientes testados era pequeno e eles também foram tratados com medicamentos. “É muito difícil acharmos as condições ideais para conduzirmos nosso estudo. Precisaríamos de um controle rígido da dieta dos envolvidos”, explica o pesquisador.

Muito nutritivo
Além da comprovada redução do colesterol em animais, o amaranto é naturalmente rico em proteínas de alto valor biológico (uma medida do aproveitamento da proteína pelo organismo), o que, segundo Arêas, não é comum em vegetais -- a maioria deles não têm alguns aminoácidos essenciais e seu aproveitamento é de 60% ou menos. “A proteína do amaranto pode ser comparada à do leite”, diz. A planta é ainda fonte de cálcio biodisponível (pronto para ser assimilado pelo organismo), outro fato incomum nos vegetais. Por fim, o amaranto também não contém glúten ou outras substâncias alergênicas em sua composição, o que o torna uma opção para os celíacos – pessoas com intolerância ao glúten.

Mas como consumir o amaranto? Como o alimento não faz parte da cultura alimentícia brasileira, a equipe da USP investiga formas de uso da planta, que tem na semente a parte comestível mais importante. “O amaranto é conhecido como um pseudocereal, porque é parecido com os cereais, sobretudo sua semente”, conta o pesquisador. A semente, que, quando aquecida, estoura como pipoca, está sendo utilizada para a criação de barras de cereais, granola e até salgadinhos. “A idéia não é consumir diretamente a semente, mas sim introduzi-la como ingrediente em alimentos para os quais o paladar do brasileiro já está acostumado, assim como foi feito com a soja. O brasileiro raramente consome o grão da soja, mas ingere com freqüência produtos que têm soja em sua composição.”

Antes, porém, de chegar ao mercado, o amaranto deve começar a ser cultivado no Brasil. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Cerrados e a Universidade de Brasília (UnB), entre outras instituições, já estão se encarregando da pesquisa agronômica para disseminar o vegetal no país. Carlos Roberto Spehar, agrônomo da Embrapa e responsável por essa etapa do projeto, conta que a intenção é diversificar a agricultura. “A produção de grãos no país é baseada em poucas espécies, o que torna as lavouras mais suscetíveis a pragas e doenças”, afirma. Em um grande esforço para vencer a resistência à sua aceitação, o projeto incluiu a difusão de tecnologia de cultivo e uso. Assim, os agricultores foram ensinados a plantar o amaranto e a utilizá-lo na culinária.

Atualmente, alguns produtores já cultivam o Amaranthus cruentus , espécie que tem se adaptado melhor às condições climáticas locais. O trabalho compreende várias etapas, desde a genética e o melhoramento até a recomendação de cultivares. “Estamos estimulando outros agricultores a começarem a produção, de modo a que possam sair na frente quando houver maior demanda do mercado – o que certamente ocorrerá”, aposta Spehar. Segundo ele, a principal dificuldade é a falta de divulgação. “Assim que o brasileiro conhecer o amaranto, irá incorporá-lo na dieta”, finaliza.


Mariana Ferraz
Ciência Hoje/RJ

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ALIMENTOS FUNCIONAIS


O que são alimentos funcionais?
São aqueles alimentos que contêm substâncias ou nutrientes que forneça beneficio à saúde, seja como prevenção ou tratamento de doenças.
De maneira geral, os alimentos funcionais são considerados promotores de saúde e podem estar associados com a diminuição dos riscos de algumas doenças crônicas.

Como isso pode ocorrer?
Isso ocorre porque em sua composição são encontrados compostos bioativos, capazes de atuar como moduladores dos processos metabólicos, prevenindo o surgimento precoce de doenças degenerativas. Dessa forma, está cada vez mais claro, que existe uma relação entre os alimentos que consumimos e nossa saúde.

Onde são encontradas essas substâncias bioativas?
Essas substâncias são encontradas em hortaliças, grãos e leite fermentado. Essas substâncias também apresentam funções antioxidantes e/ou reguladoras presentes nos pigmentos ou outros compostos químicos de sua composição.

Como podemos classificar os alimentos funcionais?
Os alimentos funcionais são classificados da seguinte maneira:

• Alimentos geneticamente modificados em algum nutriente para desempenhar alguma função fisiológica específica, com benefícios sobre à saúde.

• Matéria – prima de origem vegetal

• Alimentos processados sem adição de ingredientes

• Alimentos processados com ingredientes adicionados, sendo este último grupo muito questionado, com muitos autores preferindo classificar essa gama de produtos como fortificados ou enriquecidos e não como funcional.

O que são fitoquímicos?
No organismo humano possuem a capacidade de ativar o código genético na emissão de células de alta potencialidade de energia biológica, causada pela ação na eletrofisiologia humana, redistribuindo a energia biológica fabricada pelo corpo. Ajudam a incrementar a energia no núcleo das células, de maneira que possam funcionar com maior eficiência contribuindo na restauração de moléculas que estruturam o corpo.
O processo de ativação é o resultado de combinações exclusivas e balanceadas de micronutrientes extraídos das células vegetais vivas.
Serão apresentadas a seguir algumas substâncias consideradas funcionais:


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